O uso do verde sálvia em casa

O verde sálvia é uma cor que passa despercebida, mas se a olharmos bem, veremos que é muito interessante. Ela nos ajuda a harmonizar os interiores e gera um ambiente plácido e tranquilo.
O uso do verde sálvia em casa

Última atualização: 05 Janeiro, 2021

Quando se trata de dar um toque naturalista aos interiores, podemos pensar no uso do verde sálvia em casa. A sua contribuição a nível estético pode nos surpreender e as diferentes possibilidades que ele oferece o transforma em um recurso muito interessante.

As cores são um componente indispensável para os cômodosDa gama utilizada depende o efeito visual e o ambiente que será gerado, por isso a importância de escolher adequadamente aquelas que melhor se adaptam aos espaços.

Um aspecto a ter em mente é que elas devem nos identificar pessoalmente; isto é, a nossa identidade e modo de ser devem ser representados por meio da decoração. Por isso, a paleta de cores que escolhemos chega a ser transcendental para transmitir sensações.

Qual é a diferença entre o verde sálvia e outros verdes?

É preciso destacar que esta tonalidade difere das outras gamas de verde por diferentes razões. Em primeiro lugar, ele não é muito chamativo; de fato, ele pode passar despercebido.

É considerado a antítese dos tons vibrantes, intensos e estridentes. Pode ser considerado neutro, sem chegar a ser escuro ou muito claro. Caracteriza-se por ser um pouco apagado e não ressalta de forma contundente.

Une-se perfeitamente ao ambiente e combina muito bem com outros tons escuros. Não tem nada a ver com o verde esmeralda, pistache, menta, trevo ou qualquer outro que faça parte dos tons claros. A sua maior particularidade é a estética suave.

Não destoa nem dificulta o diálogo decorativo; relaciona-se muito bem onde quer que esteja.

A aplicação do verde sálvia em casa

Em que espaços poderíamos trabalhá-lo? Qualquer parte da casa pode se tornar um suporte adequado. É interessante estudar cuidadosamente a contribuição decorativa que pode ser alcançada. Vejamos alguns exemplos que podem servir de modelo:

  1. Se tivermos um espaço com paredes e móveis claros, uma boa possibilidade seria introduzir recursos como almofadas que combinem com outras que tenham estampas ou que sejam de outras cores para harmonizar o conjunto corretamente.
  2. É possível encontrarmos sofás, poltronas e cadeiras nesta cor. Não é comum, mas pode ser muito atraente. Os verdes geralmente são agradáveis ​​e atraem os olhares de forma considerável. Neste caso, não se configura como um verde muito intenso; por esse motivo, fica bem em interiores.
  3. No quarto, faz um jogo especial quando presente na colcha, nas almofadas e nas cortinas. Nesse sentido, estabelece-se um diálogo coerente que ajuda a gerar uma harmonia generalizada.
  4. Ajusta-se muito bem quando contrastado com o marrom dos pisos em parquet. Assim, é obtido um ambiente naturalista e sofisticado, ganhando elegância e equilibrando o caráter interno. Uma nova tendência para o lar.
  5. Na cozinha, produz uma sensação campestre. Ficaria bem nos móveis e nos ajudaria a olhar para o passado. Geralmente, é um tom utilizado em cozinhas americanas e nórdicas.

O seu uso nas paredes: um ambiente tranquilo

A sua disposição nas paredes nos oferece diferentes oportunidades. Por um lado, cria um ambiente calmo e tranquilo. Em nenhum momento há qualquer indício de tensão ou estridência.

Por outro lado, cabe destacar que ele pode ser utilizado em todas as paredes. Assim, será obtido um ambiente envolvente, sutil, delicado e refinado. É muito apropriado para estilos clássicos modernos e tradicionais, bem como para o rústico ou o minimalista.

Podemos dizer que a sua contribuição é polivalente, visto que pode estar presente em qualquer espaço, independentemente do design ou do estilo da casa; além disso, facilita a combinação e a relação com outros recursos.

Combinação com outros tons

Assim como foi apontado até agora, o seu uso é muito conveniente por causa da sua capacidade de adaptação. Estabelece um vínculo muito estreito com os tons neutros e com o branco. Além disso, também pode ser combinado com os tons terrosos da madeira se eles estiverem dispostos nos móveis e no piso.

Por sua vez, também dialoga perfeitamente com os tons pastéis e quentes apagados. Porém, a disposição de vermelhos intensos ou amarelos fortes não é conveniente; a ideia é que seja alcançada uma sensação de calma, com um tom empalidecido. É assim que se consegue a harmonia cromática.

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  • Atkins, Caroline:Colorea tu hogar, Londres, Ceac, 2003.